domingo, 13 de novembro de 2011

Vida blogueira bandida! E outras coisas mais. Mais importantes!

Estou vivendo uma vida bandida, mas fui eu quem quis assim. Então, não vou reclamar das viagens corridas ao Rio e nem dos fins de semanas seguidos de prova... falta menos de 1 mês para descansar de tudo isso. Que o intervalo entre o Natal e o Carnaval seja longo e duradouro!

Bem, enquanto isso, a vida acontece... É USP pra lá, Policial pra cá, eleição, corrupção, Royalties... e eu só fico antenada através do FB e pouquíssimos blogs alheios! E é claro, não tenho tempo para postar aqui. Aí, quando finalmente consigo um tempo em frente ao PC, os assuntos já não têm mais a mesma emoção para mim... já divulguei a minha opinião por aí... que preguiça que dá discutir de novo! Eu vou persistir, porque gosto disto aqui e sinto falta de blogar!

Mas, como eu disse no título, o post é também sobre outras coisas mais. Hoje, voltando da segunda prova do dia, olhando a paisagem na janela, me peguei refletindo... foi também esta mesma vida corrida que não me permitiu postar que dia 7/11 fez 2 anos que o meu bebê se foi. Ou, talvez tenha sido só eu mesma, sem vontade de sofrer ou chorar por alguns minutos escrevendo aqui, cansada da viagem, cansada de trabalhar, cansada de não ter ninguém novo para falar sobre este assunto sem ser chata e repetitiva. Não, eu já não sofro mais todos os dias, há muito tempo. Sim, eu já me conformei. Sim, eu já entendi. Não, eu não me deprimi (mais tempo do que deveria) e já toquei a vida. Mas tem saudade que sempre vai doer, e esta é uma delas. Como bem cantava Chico Buarque, "a saudade é arrumar o quarto do filho que já morreu". Então eu percebi, e nisso eu ponho a MINHA crença, que esta saudade sempre vai doer, mas não vai durar pra sempre. Um dia a gente se reencontra e mata a saudade. A única coisa que dura pra sempre então, é este amor que causa a saudade. Amor de mãe é pra sempre. Isso sim!

É isso.

9 comentários:

Sandro Ataliba disse...

Sei que infelizmente não tenho como tirar essa saudade de você, e fico muito triste por isso. Mas sei também que há algo que eu posso fazer, que é diminuir o buraco, a falta que faz para você ser mãe. Então vou me concentrar nessa parte, que é a que cabe a mim.
Amo!

Almir Ferreira disse...

Oi Thaís,

Eu há pouco tempo soube desse seu caso, que você contou num comentário lá do blog. É uma situação muito triste mesmo, eu só posso fazer ideia do que você passou e do esforço que precisou fazer diariamente para amenizar a dor. Eu me solidarizo com você e tenho a confiança de que num futuro próximo você vai ter outra oportunidade de cumprir essa etapa que toda mulher deseja, que é o de ser mãe. (vamos lá Sandrão! rs)

É bom quando a gente supera uma perda, não totalmente, porque eu acho que sempre vai ficar a saudade, mas quando a confiança está de volta a gente se sente mais forte para os desaafios da vida.

Um grande beijo.

Quel disse...

Oi Thais,

Eu imagino como voce deve se sentir nos dias que essa saudade bate. Todo mundo sente saudade de alguma coisa que se foi.
E saudade é coisa que nao passa mesmo. Mas eu tenho a impressão que com o tempo essa dor vai diminuindo, e vira um sentimento mais tranquilo.

Seja como for, eu espero que voce fique bem.

Boa sorte com suas provas e que o fim do ano chegue rápido pra todos nós!

Beijo!

Camila Monteiro disse...

É sério isso?! Você perdeu um bebe?!
Sinto muito mesmo, espero que um dia vc super, apesar de eu achar que essa dor nao passa nunca, mas pelo menos vc tem um excelente companheiro que te ama!
Viva isso e seja sempre essa pessoa linda que vc é!

Charles Canela disse...

vc sabendo, mesmo em meio ao corre-corre de tudo, sugar a seiva da vida, é o que importa, uai

Luna Sanchez disse...

Era esse o assunto das saudades do que não chegou a viver, Thaís?

Se era, te digo que lamento e me importo. Não creio que exista dor maior, perda mais avassaladora.

=*

Ivan disse...

"quando finalmente consigo um tempo... os assuntos já não têm mais a mesma emoção" Também sou desses.

Certos vazios não podem ser preenchidos. Amor de mãe é o maior, não há nada mais bonito!

Gisley Scott disse...

Tenho os mesmos sentimentos pelo meu sogro.Uma saudade que não vai voltar.

Bjos!

Indy. disse...

"Ó metade arrancada de mim. Leva o vulto teu, que a saudade é o revés de um parto..."
E só pela descrição do Chico, já sabemos o quão dolorosa é essa tal saudade. Infelizmente, há vazios que jamais deixarão de existir, embora que com o tempo a gente se dê conta dos planos de Deus para nós.

Beijos, linda.
Já estava com saudades de vir por aqui :)